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A história de Dianópolis, localizada no sudeste do estado do Tocantins, está profundamente ligada aos caminhos do interior do Brasil, à exploração do ouro, à religiosidade popular e à resistência de seus habitantes diante das transformações políticas, econômicas e sociais ao longo dos séculos.
A religiosidade teve papel fundamental na consolidação do povoado. Esse sentimento religioso foi profundamente marcado por um dos episódios mais trágicos da história local: “Barulho do Duro” ou “Chacina do Duro”, em 1919, quando um conflito coronelístico levou ao massacre de nove cidadãos ligados ao poderoso clã dos Wolney, em uma região conhecida como Duro. Fato que abalou profundamente a população do então arraial de Dianas. O episódio gerou comoção, medo e indignação, mas também fortaleceu a fé popular como forma de enfrentamento da dor e da violência.
Como resposta simbólica à tragédia, a comunidade ergueu a Capelinha dos Nove, em homenagem às nove vítimas da chacina. O local passou a ser visto como espaço de oração e respeito transformando o luto coletivo em devoção. Com o tempo, a Capelinha dos Nove consolidou-se como um dos mais importantes marcos históricos de Dianópolis, representando a resistência e a união do povo diante das adversidades.
Com o declínio gradual da mineração, Dianópolis passou a se sustentar principalmente pela agricultura, pecuária e comércio local. Mesmo assim, manteve sua importância regional como ponto de ligação entre diferentes áreas do antigo norte goiano.
Atualmente, Dianópolis a economia baseia-se principalmente na agropecuária, no comércio e nos serviços, além do crescente potencial turístico. Belezas naturais como cachoeiras, vales, serras e lagoas, aliadas ao patrimônio histórico e às manifestações culturais, atraem visitantes e fortalecem o turismo sustentável. Ao mesmo tempo em que preserva suas raízes históricas, Dianópolis busca se adaptar aos desafios do mundo contemporâneo, investindo em desenvolvimento urbano, educação e valorização cultural. A cidade segue construindo sua história com base na força de seu povo, na memória de seu passado e na esperança de um futuro próspero.




Dianópolis é acessível por diversas rotas, facilitando a chegada de visitantes de diferentes localidades.
De Palmas (TO): Partindo da capital do Tocantins, percorre-se cerca de 339 km até Dianópolis, com o trajeto rodoviário principal seguindo pela BR-153 e TO-050/TO-040. Essa viagem leva cerca de 4 h 30 min a 5 h de carro, com estradas em boas condições na maior parte do percurso
De Araguaína (TO): Araguaína é um ponto estratégico para quem vem do norte do Tocantins. A distância até Dianópolis é de aproximadamente 719 km (via TO-222/TO-050 em parte do trajeto, dependendo da rota escolhida), com estradas bem sinalizadas e percurso tranquilo, levando cerca de 9 h a 10 h de viagem.
De Gurupi (TO): Gurupi, um dos maiores centros urbanos do sul do Tocantins, fica a aproximadamente 326 km de Dianópolis. O trajeto segue principalmente pela BR-153 e rodovias estaduais, oferecendo boas condições de tráfego e um tempo médio de deslocamento de 4h a 5h.
De Brasília (DF): Para quem vem da capital federal, Dianópolis está a cerca de 636 km de distância. O percurso segue pela BR-020 em direção ao nordeste goiano, conectando-se posteriormente às rodovias estaduais do Tocantins. A viagem costuma durar entre 8h e 9h, atravessando paisagens do Cerrado brasileiro.
Telefone
(63) 3692-2416
Email
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Horário de Funcionamento
De segunda à sexta-feira, das 7h às 13h
Endereço
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